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Qualidade do ar e saúde: qual a relação? Sinais de alerta

Written by Vulp Air | 21/01/26 11:00

A relação entre qualidade do ar e saúde impacta diretamente o bem-estar de quem vive ou trabalha em ambientes fechados. E, quando o ar não é bem cuidado, podem surgir dúvidas importantes, como se a má qualidade do ar interior pode causar doenças. A resposta está em aspectos invisíveis do ambiente interno, mas muito presentes no dia a dia.

Entre os principais estão os poluentes internos, como COVs (compostos orgânicos voláteis), radônio e mofo, que se acumulam silenciosamente em casas, escritórios e comércios, afetando a respiração, a concentração e a produtividade. 

A esse cenário soma-se um ponto muitas vezes negligenciado: a limpeza dos filtros do ar-condicionado, que pode prevenir alergias e doenças respiratórias, desde que seja feita corretamente e na frequência adequada.

Neste conteúdo, você vai entender como identificar sinais de alerta, medir a qualidade do ar, reduzir riscos à saúde e manter ambientes mais seguros, confortáveis e eficientes, tanto no uso residencial quanto no corporativo. 

Além disso, vai descobrir por que a climatização por assinatura pode ser a melhor escolha para o seu negócio.

Vamos lá?

O que é qualidade do ar interior e como impacta a saúde?

Refere-se às condições do ar em ambientes fechados e considera, por exemplo, fatores como poluentes, níveis de ventilação, temperatura e umidade. Quando esses aspectos não estão equilibrados, podem surgir desconfortos, problemas respiratórios e outros efeitos negativos que afetam diretamente a saúde e o bem-estar das pessoas.

Em locais com grande circulação de pessoas, como empreendimentos comerciais, esses efeitos podem resultar em redução da produtividade e aumento do absenteísmo.

Por esse motivo, o tema ganhou relevância também no campo regulatório. No Brasil, normas da ANVISA definem parâmetros seguros para o ar em ambientes climatizados, enquanto legislações, como a Lei nº 13.589, reforçam a obrigatoriedade de planos de manutenção e controle dos sistemas. 

Leia também: Guia definitivo: como escolher ar-condicionado para empresas? 

A má qualidade do ar interior pode causar doenças?

Sim. A exposição contínua a um ar interno contaminado pode desencadear ou agravar diversos problemas de saúde. Poluentes invisíveis, micro-organismos e desequilíbrios de ventilação afetam diretamente o sistema respiratório, a imunidade e o bem-estar geral, especialmente em ambientes fechados onde as pessoas passam muitas horas.

Entre as doenças e sintomas mais associados à má qualidade do ar interior, destacam-se:

  • rinite, alergias e crises de asma;
  • bronquite e outras doenças respiratórias crônicas;
  • irritação nos olhos, nariz e garganta;
  • dores de cabeça frequentes e sensação de fadiga;
  • náuseas e dificuldade para respirar, em ambientes com COVs ou produtos químicos;
  • em exposições prolongadas a certos contaminantes, aumento do risco de câncer de pulmão.

Outro problema recorrente é a Síndrome do Edifício Doente, caracterizada por sintomas sem causa aparente que surgem em um local específico e melhoram quando a pessoa se afasta do ambiente. 

Aproveite e confira também: Quais os benefícios do ar-condicionado? Descubra os principais!

O que são poluentes internos (COVs, radônio, mofo)?

São agentes físicos, químicos ou biológicos presentes no ar de ambientes fechados que afetam a qualidade do ar e a saúde. Essas substâncias se acumulam principalmente em locais com pouca ventilação e podem ter origem em materiais, produtos do dia a dia ou condições inadequadas de umidade e manutenção.

Abaixo, confira um quadro com os principais poluentes internos e suas características:

Poluente

Definição

COVs (Compostos Orgânicos Voláteis)

Gases liberados por tintas, móveis, colas e produtos de limpeza, que podem causar irritações, dores de cabeça e problemas respiratórios.

Radônio

Gás radioativo natural, incolor e inodoro, que entra nos edifícios a partir do solo e aumenta o risco de câncer de pulmão.

Mofo (fungos)

Micro-organismos que se desenvolvem em ambientes úmidos e liberam esporos associados a alergias e doenças respiratórias.

A limpeza dos filtros do ar-condicionado previne alergias e doenças respiratórias?

Sim. A limpeza regular dos filtros do ar-condicionado é uma medida importante para reduzir alergias e doenças respiratórias. Esses filtros retêm impurezas do ar e, quando estão sujos, redistribuem poeira, micro-organismos e alérgenos pelo ambiente, o que prejudica a qualidade do ar interno e, consequentemente, a saúde.

Quando a manutenção não é feita, os principais impactos são:

  • acúmulo de poeira, ácaros, fungos e bactérias no sistema;
  • maior risco de crises de rinite, asma e bronquite;
  • irritação nos olhos, nariz e garganta;
  • agravamento de sintomas em crianças, idosos e pessoas sensíveis.

Por outro lado, filtros limpos contribuem para:

  • melhor retenção de partículas e poluentes;
  • redução de odores e sensação de ar pesado;
  • funcionamento mais eficiente do equipamento;
  • menor consumo de energia e maior vida útil do sistema;
  • melhorar a qualidade do ar e da saúde.

De quanto em quanto tempo devo limpar ou trocar os filtros do ar-condicionado?

A frequência de limpeza varia conforme o uso, o tipo de ambiente e o modelo do equipamento. Manter esse cuidado em dia evita o acúmulo de poeira e micro-organismos, preserva a qualidade do ar e da saúde, e garante o bom funcionamento do sistema de climatização .

De forma geral, recomenda-se:

  • uso residencial comum: limpeza a cada 15 a 30 dias;
  • casas com pets, crianças ou pessoas alérgicas: limpeza a cada 15 dias;
  • ambientes comerciais ou de uso intenso: limpeza quinzenal;
  • filtros descartáveis: troca a cada 3 a 6 meses, conforme o fabricante;
  • filtros laváveis: higienização regular e reinstalação apenas após secagem completa.

E, já que o tema é manutenção, vale aprofundar o assunto.  Confira de quanto em quanto tempo é preciso fazer a manutenção do ar-condicionado.

Como medir a qualidade do ar dentro de casa ou do escritório?

A qualidade do ar pode ser medida por meio de sensores específicos, testes direcionados e avaliações técnicas que identificam a presença de poluentes, gases e condições inadequadas de ventilação. Esses métodos ajudam a detectar riscos invisíveis e orientam ações para tornar o ambiente mais saudável.

Existem diferentes formas de realizar esse monitoramento, que variam conforme o nível de precisão desejado e o tipo de ambiente. Confira! 

Monitores de qualidade do ar

Dispositivos eletrônicos permitem o acompanhamento contínuo do ar interno e medem partículas finas, COVs, CO₂, temperatura e umidade. 

Os dados em tempo real ajudam a identificar rapidamente quando o ambiente está fora dos padrões ideais.

Medição de CO₂ como indicador de ventilação

O dióxido de carbono é um bom indicador da renovação de ar. Concentrações elevadas sugerem ventilação insuficiente e maior acúmulo de poluentes, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas.

Testes específicos para poluentes

Detectores de monóxido de carbono, testes de radônio e análises para identificação de mofo permitem avaliar riscos que não são perceptíveis a olho nu, mas que impactam diretamente a saúde.

Avaliação técnica especializada

Em escritórios e ambientes corporativos, análises profissionais do ar interno oferecem diagnósticos completos e podem integrar o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle), garantindo controle contínuo da qualidade do ar e saúde.

Quais os sinais e sintomas de má qualidade do ar? 

Os principais sinais e sintomas incluem manifestações físicas e indícios perceptíveis no ambiente, que tendem a piorar com a permanência no local. Entre os mais comuns estão:

  1. Irritação nos olhos, nariz e garganta, além de tosse ou falta de ar;
  2. Dores de cabeça frequentes, fadiga e dificuldade de concentração;
  3. Crises de alergia, rinite, asma ou agravamento de doenças respiratórias;
  4. Sensação de ar pesado, odores persistentes ou mofo visível;
  5. Desconforto térmico e maior ocorrência de gripes e infecções respiratórias.

Por que optar por ar-condicionado por assinatura? 

Porque é a forma mais simples de garantir conforto térmico sem imobilizar capital nem assumir preocupações operacionais. Em vez de comprar equipamentos e gerenciar múltiplos fornecedores, a empresa adota um modelo completo, contínuo e previsível. Entre as principais vantagens da assinatura de ar-condicionado, estão:

  • eliminação do investimento inicial em equipamentos;
  • instalação rápida e sem burocracia;
  • manutenção, limpeza e suporte técnico inclusos;
  • reparos e substituições sem custos inesperados;
  • controle de gastos com mensalidades fixas;
  • conformidade com exigências legais, como o PMOC.

Na prática, o aluguel de ar-condicionado transforma a climatização em um serviço, não em uma dor de cabeça. Com a solução da Vulp, sua empresa garante qualidade do ar e saúde, mantém o ambiente confortável e sempre em funcionamento.  Entre em contato com nossa equipe de especialistas!