A relação entre qualidade do ar e saúde impacta diretamente o bem-estar de quem vive ou trabalha em ambientes fechados. E, quando o ar não é bem cuidado, podem surgir dúvidas importantes, como se a má qualidade do ar interior pode causar doenças. A resposta está em aspectos invisíveis do ambiente interno, mas muito presentes no dia a dia.
Entre os principais estão os poluentes internos, como COVs (compostos orgânicos voláteis), radônio e mofo, que se acumulam silenciosamente em casas, escritórios e comércios, afetando a respiração, a concentração e a produtividade.
A esse cenário soma-se um ponto muitas vezes negligenciado: a limpeza dos filtros do ar-condicionado, que pode prevenir alergias e doenças respiratórias, desde que seja feita corretamente e na frequência adequada.
Neste conteúdo, você vai entender como identificar sinais de alerta, medir a qualidade do ar, reduzir riscos à saúde e manter ambientes mais seguros, confortáveis e eficientes, tanto no uso residencial quanto no corporativo.
Além disso, vai descobrir por que a climatização por assinatura pode ser a melhor escolha para o seu negócio.
Vamos lá?
Refere-se às condições do ar em ambientes fechados e considera, por exemplo, fatores como poluentes, níveis de ventilação, temperatura e umidade. Quando esses aspectos não estão equilibrados, podem surgir desconfortos, problemas respiratórios e outros efeitos negativos que afetam diretamente a saúde e o bem-estar das pessoas.
Em locais com grande circulação de pessoas, como empreendimentos comerciais, esses efeitos podem resultar em redução da produtividade e aumento do absenteísmo.
Por esse motivo, o tema ganhou relevância também no campo regulatório. No Brasil, normas da ANVISA definem parâmetros seguros para o ar em ambientes climatizados, enquanto legislações, como a Lei nº 13.589, reforçam a obrigatoriedade de planos de manutenção e controle dos sistemas.
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Sim. A exposição contínua a um ar interno contaminado pode desencadear ou agravar diversos problemas de saúde. Poluentes invisíveis, micro-organismos e desequilíbrios de ventilação afetam diretamente o sistema respiratório, a imunidade e o bem-estar geral, especialmente em ambientes fechados onde as pessoas passam muitas horas.
Entre as doenças e sintomas mais associados à má qualidade do ar interior, destacam-se:
Outro problema recorrente é a Síndrome do Edifício Doente, caracterizada por sintomas sem causa aparente que surgem em um local específico e melhoram quando a pessoa se afasta do ambiente.
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São agentes físicos, químicos ou biológicos presentes no ar de ambientes fechados que afetam a qualidade do ar e a saúde. Essas substâncias se acumulam principalmente em locais com pouca ventilação e podem ter origem em materiais, produtos do dia a dia ou condições inadequadas de umidade e manutenção.
Abaixo, confira um quadro com os principais poluentes internos e suas características:
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Poluente |
Definição |
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COVs (Compostos Orgânicos Voláteis) |
Gases liberados por tintas, móveis, colas e produtos de limpeza, que podem causar irritações, dores de cabeça e problemas respiratórios. |
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Radônio |
Gás radioativo natural, incolor e inodoro, que entra nos edifícios a partir do solo e aumenta o risco de câncer de pulmão. |
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Mofo (fungos) |
Micro-organismos que se desenvolvem em ambientes úmidos e liberam esporos associados a alergias e doenças respiratórias. |
Sim. A limpeza regular dos filtros do ar-condicionado é uma medida importante para reduzir alergias e doenças respiratórias. Esses filtros retêm impurezas do ar e, quando estão sujos, redistribuem poeira, micro-organismos e alérgenos pelo ambiente, o que prejudica a qualidade do ar interno e, consequentemente, a saúde.
Quando a manutenção não é feita, os principais impactos são:
Por outro lado, filtros limpos contribuem para:
A frequência de limpeza varia conforme o uso, o tipo de ambiente e o modelo do equipamento. Manter esse cuidado em dia evita o acúmulo de poeira e micro-organismos, preserva a qualidade do ar e da saúde, e garante o bom funcionamento do sistema de climatização .
De forma geral, recomenda-se:
E, já que o tema é manutenção, vale aprofundar o assunto. Confira de quanto em quanto tempo é preciso fazer a manutenção do ar-condicionado.
A qualidade do ar pode ser medida por meio de sensores específicos, testes direcionados e avaliações técnicas que identificam a presença de poluentes, gases e condições inadequadas de ventilação. Esses métodos ajudam a detectar riscos invisíveis e orientam ações para tornar o ambiente mais saudável.
Existem diferentes formas de realizar esse monitoramento, que variam conforme o nível de precisão desejado e o tipo de ambiente. Confira!
Dispositivos eletrônicos permitem o acompanhamento contínuo do ar interno e medem partículas finas, COVs, CO₂, temperatura e umidade.
Os dados em tempo real ajudam a identificar rapidamente quando o ambiente está fora dos padrões ideais.
O dióxido de carbono é um bom indicador da renovação de ar. Concentrações elevadas sugerem ventilação insuficiente e maior acúmulo de poluentes, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas.
Detectores de monóxido de carbono, testes de radônio e análises para identificação de mofo permitem avaliar riscos que não são perceptíveis a olho nu, mas que impactam diretamente a saúde.
Em escritórios e ambientes corporativos, análises profissionais do ar interno oferecem diagnósticos completos e podem integrar o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle), garantindo controle contínuo da qualidade do ar e saúde.
Os principais sinais e sintomas incluem manifestações físicas e indícios perceptíveis no ambiente, que tendem a piorar com a permanência no local. Entre os mais comuns estão:
Porque é a forma mais simples de garantir conforto térmico sem imobilizar capital nem assumir preocupações operacionais. Em vez de comprar equipamentos e gerenciar múltiplos fornecedores, a empresa adota um modelo completo, contínuo e previsível. Entre as principais vantagens da assinatura de ar-condicionado, estão:
Na prática, o aluguel de ar-condicionado transforma a climatização em um serviço, não em uma dor de cabeça. Com a solução da Vulp, sua empresa garante qualidade do ar e saúde, mantém o ambiente confortável e sempre em funcionamento. Entre em contato com nossa equipe de especialistas!