A alergia ao ar-condicionado é uma queixa comum em casas, escritórios e empresas, especialmente nos períodos mais quentes do ano. Espirros frequentes, nariz entupido, coceira e irritação na garganta costumam levantar dúvidas importantes sobre o uso da climatização no dia a dia.
Afinal, o ar-condicionado causa gripe, resfriado ou rinite? O ar muito gelado faz mal à saúde? E mais: a falta de limpeza do filtro pode causar doenças? Essas perguntas são bastante comuns porque, quando o aparelho é mal utilizado ou não recebe a manutenção correta, os sintomas realmente tendem a surgir ou piorar, conforme explica matéria da CNN.
Neste conteúdo, você vai entender o que é mito e o que é verdade sobre a alergia ao ar-condicionado, como ajustar temperatura e umidade de forma segura, qual a importância da limpeza dos filtros e quais soluções ajudam a manter o ar mais saudável.
Boa leitura!
Não. O ar-condicionado não causa gripe nem resfriado, pois essas doenças são provocadas por vírus. O que pode acontecer é o agravamento de sintomas respiratórios e o desencadeamento de crises de rinite, principalmente quando o aparelho é mal utilizado, com ar muito seco, frio excessivo ou falta de limpeza.
Esse efeito ocorre porque, durante gripes e resfriados, as mucosas do nariz, da garganta e da boca já estão sensíveis e inflamadas.
Ao reduzir a umidade do ambiente, o ar-condicionado intensifica o ressecamento dessas regiões, o que favorece o aumento de sintomas como congestão nasal, coriza, tosse e irritação na garganta.
No caso da rinite, o impacto é mais direto. Filtros sujos acumulam poeira, ácaros, fungos, bactérias e até pelos de animais, que são espalhados pelo ar.
Além disso, o ar frio e seco pode reduzir a ação dos cílios nasais, responsáveis por filtrar impurezas, e ressecar o muco protetor do nariz.
Somadas às mudanças bruscas de temperatura, essas condições favorecem crises de alergia relacionadas ao ar-condicionado, especialmente em pessoas com predisposição alérgica.
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Manter o ar-condicionado entre 22 °C e 24 °C, com umidade relativa do ar entre 50% e 60%, é o mais indicado para quem tem rinite. Esses parâmetros ajudam a preservar as mucosas do nariz, reduzem o ressecamento das vias respiratórias e diminuem a frequência e intensidade das crises alérgicas.
Essa faixa de temperatura é importante porque evita o choque térmico entre o ambiente interno e o externo. Quando o espaço fica frio demais, o organismo precisa se adaptar rapidamente, o que pode irritar as vias respiratórias e desencadear sintomas como espirros, congestão nasal e sensação de nariz entupido.
A umidade do ar complementa esse cuidado. Ambientes muito secos prejudicam a proteção natural do nariz, enquanto níveis elevados de umidade favorecem a proliferação de mofo e fungos, dois dos principais gatilhos de crises alérgicas em pessoas com rinite.
Para reforçar esse equilíbrio no dia a dia, alguns hábitos simples fazem diferença no alívio dos sintomas:
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Sim, o ar muito gelado pode prejudicar a saúde quando usado sem moderação. Temperaturas muito baixas e ar excessivamente seco favorecem o ressecamento das vias respiratórias, dificultam as defesas naturais do organismo e aumentam o risco de irritações, crises alérgicas e desconfortos, principalmente em pessoas sensíveis.
Esse efeito ocorre porque, ao resfriar o ambiente, o equipamento também retira a umidade do ar. Com isso, o equilíbrio natural das vias respiratórias é comprometido, o que pode agravar rinite, sinusite e outros desconfortos.
Por isso, o uso equilibrado do ar-condicionado, com temperatura confortável e umidade controlada, é essencial para preservar a saúde.
A falta de limpeza do filtro do ar-condicionado pode, sim, causar problemas de saúde. Isso porque, quando o filtro está sujo, o aparelho deixa de purificar o ar e espalha poeira, micro-organismos e partículas irritantes, o que aumenta o risco de alergias, crises respiratórias e infecções.
Com o tempo, filtros sem manutenção acumulam diversos contaminantes, como ácaros, fungos, mofos e bactérias, que ficam concentrados dentro do equipamento.
Sempre que o ar-condicionado é ligado, essas partículas são lançadas no ambiente e inaladas pelas pessoas, especialmente em locais fechados e com pouca ventilação.
A frequência ideal para limpar ou trocar o filtro do ar varia conforme o uso e o ambiente. Em geral, recomenda-se a limpeza a cada 15 ou 30 dias e a troca do filtro entre 6 meses e 1 ano para evitar o acúmulo de sujeira.
A limpeza regular é fundamental porque o filtro é a principal barreira contra poeira, ácaros e outras partículas que circulam no ar. Quando essa manutenção é negligenciada, o aparelho perde eficiência e a qualidade do ar piora, afetando diretamente a saúde respiratória.
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Alguns tipos de filtro, como HEPA, carvão ativado e ionizadores, são especialmente indicados para pessoas alérgicas, pois ajudam a reduzir partículas irritantes e poluentes do ar. Além de atuarem de formas diferentes, essas alternativas podem melhorar o conforto respiratório, desde que sejam bem mantidas e usadas de forma correta.
Cada tecnologia tem uma função específica, e entender essas diferenças ajuda a fazer uma escolha mais segura.
Independentemente do tipo, filtros eficientes exigem manutenção regular. Um filtro sujo perde a função e pode piorar a qualidade do ar, além de agravar os sintomas de alergia ao ar-condicionado.
O modelo de assinatura é especialmente vantajoso para quem busca prevenir problemas como a alergia ao ar-condicionado. Com manutenção regular e limpeza adequada, é possível evitar a circulação de impurezas no ar, manter a qualidade da climatização e contar com um custo mensal previsível, sem surpresas ou preocupações.
A assinatura de ar-condicionado é vantajosa para empresas que querem climatizar o ambiente sem lidar com a complexidade da compra tradicional. Em vez de investir alto, gerenciar fornecedores e se preocupar com manutenção, por exemplo, o negócio pode contar com um serviço completo, previsível e contínuo.
Além disso, no modelo convencional, a climatização costuma gerar dor de cabeça: compra do equipamento, custos de instalação, manutenções esquecidas, falhas inesperadas e gastos fora do orçamento. Já o ar-condicionado por assinatura elimina esses pontos de atrito ao centralizar tudo em uma única solução.
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